Casos de Malária e Febre Amarela monitorados em Feira

Maior entroncamento rodoviário do norte-nordeste e principal pólo logístico da região, Feira de Santana recebe, diariamente, milhares de pessoas e veículos oriundos de diversos lugares do país, característica que fomenta o desenvolvimento do município, mas que tem o ônus da proliferação de doenças predominantes em outras regiões, a exemplo da Malária e Febre Amarela.

Recentemente, a Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde detectou um caso positivo de Malária no município, cujo paciente está sendo acompanhado pelo Programa de Combate e Prevenção a Malária.

“Trata-se de um policial federal que trabalha na selva amazônica, mas já está sendo tratado. É o segundo caso de reinfecção deste paciente, em 40 dias, e ele está sendo estudado e acompanhado”, pontua a chefe da Vigilância Epidemiológica, Amarry Morbeck.

Ela explica que além do acompanhamento aos casos confirmados, o órgão também atua na parte educativa e de prevenção. “Nós temos uma rotatividade muito alta de caminhões que vêm de várias partes do país, como a região da Amazônia, do Alto Pará, da região endêmica que temos na Bahia, que é o oeste baiano, e fazemos a parte da orientação e educação nas pousadas, hotéis, e o terminal rodoviário, com o intuito de detectar possíveis casos positivos, oriundos dessas regiões”, aponta.

Amarry lembra que no Brasil, não existe vacina para a Malária, contudo, se a pessoa desloca-se para as chamadas regiões endêmicas, pode adotar alguns hábitos para prevenção, como o uso de repelentes, dormir sempre com mosquiteiros, utilizar roupas fechadas, calça e blusa, principalmente com elástico nas bordas, caso tenha que entrar em matas.

Já a vacina para a Febre Amarela é disponibilizada gratuitamente em todas as unidades de saúde do município. “Geralmente nas regiões endêmicas de Malária também ocorre a Febre Amarela. Então, é recomendado às pessoas que vão para essas regiões que se vacinem em qualquer unidade de saúde para se prevenir. A vacina tem uma validade de dez anos, se a pessoa não se lembra quando tomou a vacina, é recomendável que seja vacinada”, orienta Amarry.

Fonte: Secom

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