Carlos Lima
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Reportagem Especial
Carlos Lima | Publicado em 28/05/2018 às 15:59:24

A PÁTRIA E A PRÁTICA NA MAÇONARIA

A PÁTRIA E A PRÁTICA NA MAÇONARIA PÁTRIA E MAÇONARIA

Vamos conhecer o que prega a Maçonaria sobre a Pátria.

“A Maçonaria prega e defende o patriotismo. Seus membros devem, por princípio, envidar esforços para o engrandecimento e dignidade da Pátria. Ao ingressar-se na Maçonaria o indivíduo se compromete a trabalhar pelo crescimento do Brasil, dignificando-o, e respeitando suas leis.”

“Nas sessões magnas, é entoado o Hino Nacional. A Bandeira Nacional tem posição de destaque nas lojas maçônicas.”

“Sua entrada em loja é feita com grande pompa e reverência, e seu hino é também entoado.”

A seguir, transcrevemos o texto Saudação ao Pavilhão Nacional, que muito bem retrata o patriotismo difundido na Maçonaria.

Esta saudação é feita em algumas lojas sempre que se finda uma sessão. É sem dúvida um dos mais belos textos da literatura Maçônica, dotado de grande inspiração poética.

“Bandeira do Brasil! Auriflama de um País, Grande pelo trabalho e pelo amor de seus filhos; Admirável pelas maravilhas de sua natureza; Opulento pela exuberância de sua flora e riqueza do seu solo; Hospitaleiro pela simplicidade e bondade do seu povo. Promissor pelo brilhante futuro que assegura a todos os que produzem.”

“És emblema de uma Nação, mas também maçônico poderias ser, pois tens a forma retangular do avental que usamos como símbolo do trabalho, porque seu losango amarelo lembra o olho da sabedoria dominando o poder do ouro; a tua esfera central indica-nos a universalidade da Caridade Maçônica; o teu Cruzeiro representa a doutrina rosa-cruciana do bem-fazer. Estas estrelas em campo azul rememoram a grandeza do Grande Arquiteto do Universo.”

“Bandeira do Brasil, que acabastes de assistir aos nossos augustos trabalhos, como prova de respeito à tradicional regra que nos impõe o dever de amar e defender o teu solo, inspira-nos com tua divisa de Ordem e Progresso a disciplina que assegura a Fraternidade e a Evolução, como lei básica da perfectibilidade; lábaro deste Brasil fecundo e prodigioso; símbolo deste Brasil que sentimos como parte de nosso ser e de nossa vida. Auriverde Pendão desta grande Pátria – nós de saudamos, nós de veneramos e nós te defenderemos!”

“A ordem maçônica te glorifica! Os maçons do “Grande Oriente de Minas Gerais te saúdam.”

 A oração realmente pé bela.

Pergunta-se que é feito pela Pátria, independente de se adorar a ”Bandeira”?

O que é feito pela ordem quando a Pátria está sendo vilipendiada?

O que é feito quando entregam nossas riquezas ao capital estrangeiro?

O que feito quando o seu povo é explorado e está abaixo da linha de miséria?

O que está sendo feito na defesa da Pátria e do seu povo se pregamos a felicidade da humanidade?

O texto inicial diz de forma clara e objetiva:

“A Maçonaria prega e defende o patriotismo. Seus membros devem envidar esforços para o engrandecimento e dignidade da Pátria. Ao ingressar-se na Maçonaria o indivíduo se compromete a trabalhar pelo crescimento do Brasil, dignificando-o, e respeitando suas leis.”

Ou seja: respeitando a Constituição da República Federativa do Brasil.

A Maçonaria é Universal e parcelas dos irmãos têm um comportamento como se a Irmandade fosse uma propriedade e pertencesse  a ‘essa ou aquela Obediência’.

Algumas delas desconhecem, propositalmente, seus desígnios, formulando políticas pessoais e se dividindo na busca do Poder individual.

Como se estivessem negando seus princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Qualquer Obediência Maçônica tem o direto de ser regular, desde que se mantenha fiel aos verdadeiros desígnios Maçônicos.

A intervisitação é a principal força da fidelidade aos Landmarks

e reconhecimento Universal.

Mas existem potências que determinam: Os Maçons do (…) não podem participar de qualquer sessão ritualística em que estejam presentes Maçons de potências maçônicas não mencionadas em “List of Lodges”, embora seja realizada por uma Loja pertencente a uma Potência citada em “List of Lodges”.

Todos nós fazemos parte da mesma mão, mas temos personalidades distintas conforme os nossos próprios dedos.

Todos nós pertencemos a mesma mão, somos seres humanos em busca do conhecimento, com o qual podemos contribuir para a construção de uma humanidade mais “feliz”.

Tal decisão apenas reconhece que continuamos como seres humanos pecadores; imperfeitos; cheios de vaidades e vícios não vencidos.

Em determinados momentos alguns de nós se tornam  gladiadores das vaidades, assumindo e gerando comportamentos que ferem a dignidade Maçônica.

Em algumas atitudes demonstramos um lapso de memória de quem somos; por que somos; e para quem somos…

Com isso nos penalizamos; retrocedemos; dividimos; desconhecemos e nos imolamos diante das nossas derrotas como irmãos e irmandade.

Carlos Lima – CIM 914 –  ARLS –  ESTRELA DA PAZ N° 10 – GOBA – COMAB

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