Carlos Lima
Hoje dia 22/10/2017 às 06:25:33

Educação
Carlos Lima | Publicado em 27/09/2017 às 09:58:02

Professores de universidades estaduais param atividades por 24h

Professores de universidades estaduais param atividades por 24h Paralisação também atinge universidade com campus em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado (Foto: Carol Pimenta/TV Sudoeste)

s professores de quatro universidades estaduais baianas param as atividades por 24h nesta quarta-feira (27), em protesto por reajuste salarial e pelo cumprimento de direitos trabalhistas. De acordo com a Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Bahia (Aduneb), além da Uneb, também estarão parados os docentes das universidades estaduais de Feira de Santana (Uefs), de Santa Cruz (Uesc), e do Sudoeste da Bahia (Uesb).

Também segundo a Aduneb, a partir das 9h desta quarta-feira, professores, técnicos e estudantes participarão de uma manifestação na Secretaria Estadual da Educação (SEC), localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

Conforme a associação, o governo estadual se recusa a abrir negociação com os professores. A pauta de reivindicações foi protocolada junto à Governadoria, Secretaria Estadual da Administração (Saeb) e SEC em 19 de dezembro do ano passado. Os docentes de Uefs, Uesc e Uesb já aprovaram um indicativo de greve.

De acordo com a Aduneb, há dois anos o governo estadual não paga a recomposição inflacionária para os docentes. A categoria pede reajuste salarial de 30,5%. Segundo a associação, o cálculo é resultado da soma das perdas ocasionadas pela inflação de 2015 e 2016, acrescido de recomposição salarial.

Nas quatro universidades, 140 docentes estão na espera por alterações de regime de trabalho e 303 aguardam por promoções. A associação afirma ainda que direitos como o adicional de insalubridade não são pagos a vários docentes.

Os professores ainda reivindicam que o orçamento da universidade aumente para 7% da Receita Líquida de Impostos (RLI). Outra reclamação é a ampliação do quadro de vagas para professores.

G1

Comentários

comentários

Veja também