Colbert fere a razão, menospreza a inteligência do eleitor feirense/por Carlos Lima

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Vamos iniciar falando sobre o processo de licitação que ocorrerá em janeiro de 2020 na contratação de uma empresa de engenharia para executar a primeira parte das obras de requalificação do centro comercial de Feira de Santana que custará aos cofres públicos o absurdo montante de 37 milhões de reais.

As obras iniciais estão previstas para serem concluídas no período de oito meses, um mês antes das eleições municipais, em todo o país.

O prefeito Colbert Martins Filho mais uma vez aplica uma dose de ilusão no imaginário coletivo, confirmando a existência de um projeto nefasto aos interesses do povo, com obras que objetivam iludir e entorpecer a vontade popular, com a ideia de que essas realizações o qualificam como um administrador que se preocupa com o bem- estar da população e desenvolvimento do município.

Não somos contra as obras e ações que trazem benefícios ao feirense, muito pelo contrário.

O que irrita, é a verdade por trás dessas realizações. São fatores que objetivam a permanência no poder, o manuseio das verbas públicas, todas elas questionáveis, e o sentido perverso de impor conceitos duvidosos sobre as denúncias formuladas pela comunidade,  e pela imprensa consciente de suas obrigações legais.

Esse governo municipal exercido pelo grupo liderado pelo ex-prefeito José Ronaldo vem se tornando o exemplo de como um povo submisso é dominado facilmente.

Conforma-se com as migalhas que caem da mesa farta do poder e se submetem às suas vontades.

Perderam o senso de patilha e adotaram, o meu vem primeiro.

Perdeu a consciência de solidariedade, o presente é o fictício bem estar, não desenvolvem as condições de visão futura.

Dizem, “no futuro não estrarei mais aqui, quem viver esse período que se vire”. Comprometendo as suaas futuras gerações.

Esse modelo é adotado pelas velhas raposas políticos para sugar a evolução do pensamento dos seus liderados e os submeterem à subserviência.

Feira de Santana vem passando por essa situação a mais de 20 anos, e se não houver uma reação, poderemos enfrentar, um novo igual período.

As empresas de comunicação do município, todas elas, estão sob o controle financeiro do governo municipal. Os profissionais que não se submetem serão excluídos do sistema e sofrerão severas perseguições e punições econômica.

Esse é o projeto ordenhado, em funcionamento, e aprimorado durante as duas últimas décadas de poder exercido pelo nefasto grupo que domina politicamente Feira de Santana.

Essa mudança estrutural do centro da Cidade, aos logo dos anos, após ser pomposamente  anunciada, já consumiu recursos incalculáveis.

Várias ações foram realizadas, levantamento dos feirantes e camelôs que atuam no centro da cidade, por incontáveis vezes.

E outras ações com custos não divulgadas. Além  de publicidade contratadas em Tv e Rádio.

Esse sistema de mentiras alimentou a opinião pública para se posicionar favorável ao governo, que justificava com isso a provável evaporação dos recursos públicos.

Agora surge as promessas de realização de velhas novas obras, as quais já deveriam ter ocorrido durante a construção dos elevados, viadutos,  túneis. Diversos canais foram construídos por quase todo o centro da cidade, os quais deveriam ter sido utilizados para controlar as águas que se acumulam no centro, nos períodos de chuvas. As redes pluviais.

Estão falando na extensão de mais um túnel linear e a extensão da rede de drenagem, além de uma nova pavimentação com asfalto a quente, em toda extensão da área central.

“O secretário de Planejamento, Carlos Brito, (Contador) detalhou as intervenções que serão feitas bem como os investimentos destinados às vias que serão requalificadas, como a Barão de Cotegipe, Barão do Rio Branco, Marechal Deodoro, Conselheiro Franco, Recife, Sales Barbosa e avenida Sampaio.” (Secom)

“Carlos Brito também falou sobre a duplicação dos viadutos que une as avenidas Maria Quitéria e Fraga Maia e Getúlio Vargas e Noide Cerqueira, e prolongamento destas avenidas. “A ciclovia da Maria Quitéria será iniciada à altura da Getúlio Vargas até a UEFS.” (Secom)

O secretário esqueceu de falar sobre o BRT. Sai ou não sai?

Essas obras  projetadas há muitos anos nunca foram concluídas, agora são reeditadas, e o governo afirma que serão iniciadas a partir do dia 6 de janeiro.

A atitude do governo feri a razão e menospreza a inteligência do eleitor feirense.

Carlos Lima

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