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Bolsonaro presta tributo a Herodes ao dar início ao massacre de crianças inocentes / Por Sérgio Jones

Bolsonaro Heródes

A variante Ômicron da COVID-19 é “bem-vinda” devido à sua “muito pequena” letalidade, não sendo por isso motivo de preocupação, afirmou na segunda-feira (12) em entrevista à Gazeta Brasil o presidente Jair Bolsonaro.

O presidente genocida insiste em continuar desdenhando da situação que já ceifou vidas de mais de meio milhão de brasileiros.

Disse ele “a ômicrom é bem–vinda” por significar o fim da pandemia. Na sequência solicitou ao seu acéfalo ministro da saúde, Queiroga, que investigue os efeitos colaterais das vacinas.

O que está a precisar urgentemente o Brasil? De um balseiro Caronte para que providencie, mesmo antes de ocorrer a morte do mandatário, através do rio Aqueronte o transporte da alma da besta genocida com destino ao inferno.

“Dizem até que seria um vírus vacinal. Deveriam até […] segundo algumas pessoas estudiosas e sérias — e não vinculadas a farmacêuticas — dizem que a Ômicron é bem-vinda e pode sim sinalizar o fim da pandemia”, salientou a Besta, apesar de reconhecer que “ela tem uma capacidade de se difundir muito grande”.

O presidente Jair Bolsonaro responsável pelo assassinato de mais de meio milhão de brasileiros, antes que alguém diga que quem mata é a doença. O que não deixa de ser verdade, mas o que fica constatado é que a omissão e negacionismo, desse governo assassino, têm contribuído para turbinarem a elevação das estatísticas dos números de mortes, que poderiam ser plenamente atenuados e evitáveis.

Devido ao seu comportamento patológico, também criticou a vacinação de crianças. É mais do que provável que nesse caso específico, queira ele prestar tributo a Herodes dando início ao massacre de crianças inocentes ao afirmar cinicamente haver “quase zero, um número muito pequeno” de crianças mortas pela pandemia.

Mesmo sendo contestado pela entrevistadora que observou ser o número superior a 300 menores, o que não o impediu de continuar criticando a vacinação de crianças ao salientar que mesmo nesse caso específico, não se justifica a vacinação.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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