Atos de vandalismo marcam cenário da Arena Fonte Nova

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O cenário da Fonte Nova após o clássico de domingo, quando o Vitória goleou o Bahia por 5×1, foi triste. Para quem ajudou a construir a novíssima arena, ficou complicado aceitar o lixo espalhado pelo chão, as cadeiras quebradas e os sanitários em condições semelhantes a de um chiqueiro. Não é exagero.

 

No setor Leste, onde se posicionou a torcida Os Imbatíveis, do Vitória, havia 19 assentos sem condições de uso. No setor Norte, lugar da organizada Bamor, do Bahia, que só teve um gol para comemorar, foram duas cadeiras danificadas e arranhadas.

 

Taí uma comemoração que nem a velha Fonte tinha visto. Bola na rede e o time todo correndo junto em direção à torcida. Sobe a escadinha e os rubro-negros estão ali, ao alcance de um abraço. Foi Maxi descobrir o caminho no segundo gol e pronto: Michel repetiu e Vander também.

 

O vidro que separa a torcida da escada trincou. “Aquele vidro não estilhaça, mas não é recomendável aquela comemoração. Foi uma surpresa para todos. Vamos conversar e ver o que é possível. Talvez colocar policiais na frente”, diz Frank Alcântara, presidente da Arena. “Aquele espaço é uma rota de fuga. Caso aconteça um incidente, os torcedores podem sair em, no máximo, oito minutos”, explica.

 

No site da FBF, a renda bruta do Ba-Vi é de R$ 1.954.900 para 37.274 pagantes. Mas arrecadação e público foram maiores: o documento não contabiliza a quantidade de ingressos disponibilizados no setor Premium e nos camarotes.

 

Passada a empolgação da inauguração do estádio, chegou a hora de corrigir os erros. Um deles é a presença de pontos cegos, locais de onde a visão do campo é prejudicada. Quem senta na primeira fileira atrás dos bancos de reservas, por exemplo, não consegue ver a bandeirinha de escanteio. Já no lado oposto, as placas de publicidade atrapalharam a visão – caso fácil de corrigir, com o recuo das placas. 

Fonte: Redação / Correio

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