No governo de Colbert camelôs são chamados de animais que precisam ser domesticados/por Carlos Lima

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O empresário Elias Tergilene, responsável pelo Shopping Popular, em parceria, discutível, com o governo municipal, não considera fundamentada a queixa dos camelôs de que o ambiente comercial  esteja com demanda insignificante para atender  as necessidades comerciais à que se propõe.

Outra discordância se refere à manutenção do ambiente no que diz respeito à limpeza e higienização.

O associado do governo municipal, Tergilene, confirmou uma identificação quase genética, com o prefeito Colbert Filho, no que diz respeito ao trato com as classes menos favorecidas.

Referindo-se às denúncias e reivindicações dos comerciantes autônomos, afirmou: “Shopping Popular está “bombando” e que a sujeira no local é causada pelos camelôs, que precisam ser domesticados”.

Conduta de um grande “capo”, que veio para promover a exploração dos camelôs em Feira de Santana, em conivência com o poder público local.

A referência preconceituosa e marginalizante condiz com a postura do seu parceiro no trato social para com as camadas menos favorecidas da sociedade.

Se a ocupação dos espaços, nas vias públicas, no centro da cidade era um problema, a responsabilidade total recai sobre o poder público que autorizava a instalação das barracas e praticava uma política eleitoreira, fazendo do vota moeda de troca.

Lógico que a situação não poderia perdurar, entretanto, penalizar os camelôs com atitudes grotescas, violentas diante do enfrentamento de uma pandemia, é desumano, visa responsabilizar os pequenos comerciantes informais como únicos vilões do desordenamento do centro da cidade.

Os problemas existentes são reflexos de um gestor incompetente, oportunista e com ausência de bom senso e sensibilidade humanitária.

Na ânsia de mostrar serviço, com projetos de terceiros, tenta engabelar o voto e conquistar a reeleição no cargo de prefeito sem nunca ter sido eleito.

Desprovido de respeito e consideração ao seu mentor, fanfarreia uma eleição em primeiro turno. Um delírio de abstinência á realidade.

Carlos Lima

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