Caso Eliza Samudio: Corpo não é encontrado e Polícia encerra buscas

A Polícia Civil encerrou as buscas pelo corpo de Eliza Samudio no local apontado pelo primo de Bruno, Jorge Rosa Sales, na tarde desta sexta-feira (25). Segundo a PC, ele pode ser indiciado criminalmente caso seja provado que ele tinha como objetivo tumultuar as investigações.

O próprio Sales solicitou que a PC parasse de escavar o terreno. Em coletiva de impresa no local das buscas, em Vespasiano, na Grande BH, o chefe do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa, Wagner Pinto, anunciou o fim das buscas.

– O trabalho da polícia é checar as informações, senão, seríamos cobrados eternamente. Agora estamos encerrando as buscas.

Ainda conforme Pinto, a intenção do primo de Bruno ao dar esta informação deve ser apurada.

– Quando uma pessoa presta uma informação e essa informação causa torpeços e embaraços em uma investigação, sem dúvida ela é responsabilizada penalmente. Temos que averiguar.

Para o delegado há duas possibilidades: o jovem pode ter confundido o local ou alguém retirou o cadáver, o que seria menos provável. No terreno foi enocntrada uma bota, mas o objeto é irrelevante para as investigações, conforme o DHPP.

As buscas começaram por volta de 10h desta sexta-feira (25) depois que o condenado pela morte da modelo Eliza Samudio, Jorge Rosa Sales, afirmou nesta quinta-feira (24), em entrevista à rádio Tupi, do Rio de Janeiro, que o corpo de Eliza foi enterrado em um terreno próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. Sales era menor na época do crime e chegou a cumprir medida socioeducativa pela participação no assassinato da modelo.

Fonte: Redação/R7

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