CONVERSA AFIADA: UMA DEFESA FORTE. DO TAMANHO DO BRASIL

Da agenda da Presidenta, logo após a posse:

(…)

Durante a conversa com o Primeiro-Ministro da Suécia, Stefan Löfven, a Presidenta disse esperar que, no segundo mandato, Brasil e Suécia possam fortalecer a parceria bilateral e manifestou a intenção de realizar visita àquele país.

No campo da defesa, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que a compra pelo Brasil de caças Gripen NG inicia uma nova fase de cooperação bilateral, pautada pela transferência de tecnologias e conhecimento e que permitirá oportunamente a atuação conjunta dos dois países junto a outros mercados na região.

(…)

Na reunião com o Vice-Presidente da China, Li Yuanchao, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que a Parceria Estratégica Global com a China terá tratamento prioritário durante o segundo mandato.

Nesse contexto, considerou importante a realização no Brasil, em 2015, da IV Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Concertação e Cooperação (COSBAN), bem como da II Reunião do Diálogo Estratégico Global entre Chanceleres, na China.

A Presidenta assinalou que o Brasil tenciona aprofundar a cooperação com a China na área espacial e disse que o lançamento, em dezembro passado, do satélite CBERS-04 abriu novo capítulo na colaboração bilateral em alta tecnologia.

A Presidenta demonstrou satisfação com o interesse de empresas chinesas em investir em ferrovias no Brasil e considerou “promissor” o Diálogo Brasil-Peru-China sobre a Ferrovia Transcontinental.

 

NAVALHA

 

Se o amigo navegante perguntar por que um politico com a biografia de Wagner foi para a Defesa, aí estão duas respostas.

 

Porque, como a Educação – veja o que disse Haddad da escolha de Cid – , a Defesa será um eixo novo do Dilma-II.

 

Aqui, como na Argentina de Kirchner, a Economia, o tal “ajuste” do PiG, cede espaço ao que de fato interessa: Educação e Saúde ( reforçados pelo dinheiro do pré-sal) e o nacionalismo, onde Aldo Rebelo e Jaques Wagner terão papel central.

 

O acordo dos Gripen se explica por si mesmo.

 

O Brasil vai abrir a caixa preta da tecnologia, produzir aqui e daqui exportar

 

Ao lado dos suecos da Saab-Scania, dona dos Gripen, e velha parceira do ABC brasileiro – foi o que disse o prefeito de São Bernardo, Luis Marinho, em entrevista ao ansioso blogueiro.

 

A construção de satélites com a China revela outro aspecto desse nacionalismo que o pré-sal impõe.

 

Serão vitais numa politica de controle de estações espaciais que orientarão os submarinos nucleares e os Gripen.

 

Como se sabe, um dos atos mais servis do entreguismo de Fernando Henrique – além de criminosamente assinar o Tratado de Não-Proliferação da Armas Nucleares – foi vender as duas estações espaciais na Privataria Tucana.

 

Hoje, os dados das Forças Armadas brasileiras tem que alugar um pedacinho do transponder que acabou nas mãos do mexicano-americano Slim.

 

Esse é o FHC, o presidente que fazia sucesso lá fora.

 

O Brasil constrói nesse momento seus submarinos a diesel-eletricidade e, breve, a propulsão nuclear, com tecnologia francesa – e domínio da caixa preta.

 

E suas estações espaciais e foguetes sino-brasileiros.

 

Espaços nas estações podem ser alugados a vizinhos do Mercosul e, além de universalizar a banda larga, como se viu nos vários artefatos que vão fulminar a Globo, permitirão que o Brasil readquira a soberania no espaço.

 

Será o tiro na nuca na politica entreguista dos tucanos.

 

A Presidenta mudou a agenda.

 

Vai deixar o PiG se enredar no “ajuste” do Levy.

 

O PiG se esquece que ninguém ajusta a Dilma.

 

Quem ajusta o Governo dela é ela.

 

Não é isso, Mercadante ?

 

E vocês queriam o quê? 

Fonte: Enviado por internauta

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