Movimentos populares defendem plebiscito para reforma política

Em reunião nesta sexta-feira (28) com a presidente Dilma Rousseff, os movimentos sociais defenderam que a consulta popular sobre os parâmetros para uma reforma política seja feita por meio de plebiscito, e não por referendo.
O secretário nacional da Juventude da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Alfredo Santos, presente no encontro, afirmou que o plebiscito é “consenso” entre os mais de 20 representantes de movimentos sociais reunidos nesta sexta com Dilma.
E na opinião da presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros, as medidas anunciada por Dilma e pelo Congresso – que se apressa para votar propostas em resposta às reivindicações populares – “dialogam” com as manifestações.
Também em resposta às manifestações, a presidente reuniu-se ainda com representantes de movimentos que atuam pelos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Segundo representantes desses movimentos, Dilma teria se posicionado “contra toda forma de discriminação, contra toda forma de intolerância e a favor das diferenças
Segundo os representantes dos movimentos, Dilma não deu detalhes sobre a mensagem que deve enviar na próxima semana ao Congresso sugerindo os tópicos a serem abordados numa reforma política.

Fonte: Redação

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