Violência, violência, de quem é a culpa?

Sem qualquer dúvida, a atual geração está vivendo mutações que assustam até os mais tolerantes. A culpa cabe a uma crise de moralidade?
De quem não soube cuidar condignamente da educação do povo?
De autoridades despreparadas para cuidar do assunto?
Das leis penais excessivamente brandas?
De sentenças estapafúrdias proferidas, ou vendidas, por juízes despreparados ou corruptos?
Da desagregação da família? Neste artigo, sem culpar ninguém, trataremos deste problema: a violência, que envolve toda a sociedade brasileira atual. Há sim uma crise de moralidade à vista, quando a inversão de valores se sobressai.
Por exemplo: Para os jovens que hoje começam a viver com total independência dos pais em tenra idade, é correto abraçar ou defender idéias que os contrariem…
Vivendo à margem do quem deve orientá-los para que tenham um futuro melhor, muitos passam a viver dissolutamente e, com raras exceções, os vícios, como a bebedeira desenfreada, a prostituição, a droga, e outros ingredientes, são a próxima parada obrigatória.
O casamento, que sempre foi fator preponderante no equilíbrio familiar, passou a ser cafonice. Os administradores públicos não deram a devida atenção à educação de base.
Os que deviam cuidar da segurança pública agem no apoio à marginalidade, haja vista a enorme incidência de desvio de conduta divulgada pela mídia.
Descobriu-se recentemente que, membros da polícia paulista orientavam assaltantes, passando-lhes a movimentação exata do policiamento estratégico, facilitando as ações criminosas.
Só em São Paulo, entre 2010 e 2012, mais de 1.700 policiais tiveram seus nomes arrolados em processos, alguns dos quais já concluídos, e que provocaram a exclusão e prisões de muitos deles.
Nomes de militares de alta patente flagrados em ações criminosas povoam a mídia… Quando alguém é preso, mesmo em flagrante delito, os cochilos da lei penal (uma das mais brandas do planeta), é usado para devolvê-los à sociedade e, desta forma, ameaçam à população.
Já se tornou praxe os indultos do Dias das Mães, Semana Santa, Natal, etc., quando violentos criminosos são soltos para visitas familiares, obedecendo a critérios discutíveis, oportunidade em que cometem os mais absurdos crimes, ou jamais voltam ao local em que cumpria pena.
Que juízes inaptos ou ineptos proferem sentenças inexplicáveis, ou, que as vendem, beneficiando malfeitores, não é nenhum segredo! O fato é que estamos vivendo uma guerra civil não declarada e não vislumbramos nenhuma solução a curto ou médio prazo, para que o povo brasileiro tão denodado, trabalhador e responsável, possam ter uma vida feliz! Vamos nos apoiar em DEUS, pois, sem Ele, não somos ninguém…
Esperar por melhores dias da parte dos homens é “malhar em ferro frio”, como diz um ditado popular…Violência, violência, de quem é a culpa, afinal? O leitor tem a oportunidade de fazer a sua própria avaliação so- bre as questões abordadas, desautorizando-as intimamente, ou acrescentando algo mais que achar conveniente.

Fonte: Por Avido Medeiros

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