A justiça e o absurdo da distancia entre dois pontos

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O bom entendedor

Na semana passada o Painel da Folha soltou uma notinha cretina sob o título “Pressão de petistas para que STF julgue habeas corpus de Lula constrange corte”.

Escrevi sobre essa bizarra tentativa de inversão da realidade aqui.

Como a imprensa conservadora e a Justiça idem abandonaram completamente qualquer prurido, o teatro do absurdo continua.

O site da Folha estampou, hoje, a seguinte manchete:

“Cármen Lúcia diz que não vai se dobrar à pressão no caso da prisão de Lula”.

A companheira de cafés da manhã de Michel Temer rugiu: “Eu não me submeto a pressão “.

Não fosse trágico seria até engraçado.

O STF come na mão da mídia, submetendo-se docilmente à pressão diuturna dos meios de comunicação, e dona Carmem ainda tem a pachorra de posar de valente.

Enquanto isso, Aécio Neves e tucanos em geral seguem intocáveis.

A desfaçatez com que a direita instrumentaliza a “Justiça” a seu favor não será perdoada pela história.

Esse absurdo cometido pela justiça aconteceu com muita eficiência na Alemanha Nazista.

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