Otto Alencar declara apoio a Rui Costa e é confirmado o candidato ao Senado

 

Sem esconder a confiança, Wagner frisou que quer repetir o feito de 2007 e chegar em Brasília com um novo troféu. “Portanto, vamos votar nesta chapa que tanto me orgulha”, conclamou. Por fim, o governador disse que “como técnico do time, tinha que trazer os melhores jogadores do lado de lá”, e arrematou: “os azuis (em referência ao carlismo, ao qual Otto fez parte no passado) não precisam ter medo dos vermelhos (cor predominante do PT), pois os azuis vão votar nos vermelhos que é Otto Alencar”.

O pré-candidato Rui Costa não escondeu a satisfação e, ao agradecer o voto de confiança, destacou saber o quanto Otto havia cativado todos as pessoas presentes ao longo dos anos. “E o quanto elas queriam que você fosse candidato a governador. Mas você se mostrou um homem de projeto coletivo, que não deixa a vaidade tomar conta da cabeça”.

Rui Costa destacou ainda que o número de lideranças políticas que farão parte da aliança dá-lhe ainda mais confiança para buscar o Palácio de Ondina.

“Com esse auditório lotado, com mais de 150 prefeitos, mais de 100 ex-prefeitos e mais de 80 vereadores, não tenho a menor dúvida que vamos vencer a eleição de 2014. Seja pela força política desse grupo, espalhada no Estado, seja pelas realizações do governador Jaques Wagner”, declarou, evidenciando o crescimento do estado através de números estatísticos, e frisou que durante os oito anos do governo Wagner se construiu e reconstruiu estradas em torno de quase 8 mil/km e que, em relação a governos anteriores, se fez muito.

Ao comentar o planejamento dos próximos meses, o candidato petista anunciou uma caravana pelo interior do estado em janeiro.

“Já combinei com o Cabeça Branca, Otto, e com o outro cabeça branca (Wagner)”, brincou.

Porém, chamou atenção, em seu discurso, a lembrança do pré-candidato de que não existe apenas o cargo de vice na chapa disputada pelo PDT e pelo PP. Segundo ele, falta o suplente de senador também, e essa pode ser uma alternativa para quem for preterido para a candidatura de vice. “É bom começar a dar valor a esse cargo”, apostando que Otto pode ser eleito e futuramente assumir outro cargo. Como exemplo ele citou o caso da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, eleita para o Senado em 2010, mas que logo em seguida teve que deixar o Congresso, para integrar a equipe da presidente Dilma Rousseff.

Fonte: Fernando Chagas

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