10 novos artistas para seguir em 2016

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on facebook
Share on google
Share on linkedin
Share on email
Aurora Aksnes

São jovens, talentosos e, nalguns casos, misteriosos e (ainda) incógnitos. Conheça 10 artistas a não perder de vista em 2016.

Aurora Aksnes é uma das artistas emergentes em destaque nesta lista

A norueguesa Aurora Aksnes está a caminho dos 20 anos e, como muitos artistas da sua geração, utiliza as redes sociais para somar milhões de visualizações no YouTube. Em outubro falámos com ela e fomos testemunhas do talento que expressa na postura e na voz, com uma candura e simplicidade que se veste, na música, de cores negras. O álbum de estreia deverá chegar em março de 2016.

Dua Lipa

Filha de pais albaneses, nasceu em Londres há 19 anos e tem uma voz que não condiz com a idade. Há no YouTube um par de temas onde é fácil reconhecer o potencial pop de uma artista que, mais tarde ou mais cedo, conquistará a antena das rádios. É apadrinhada pelo manager de Lana Del Rey e a primeira digressão britânica, gerida pela gigante Live Nation, começa já este mês. Os bilhetes estão a vender-se depressa.

Gilligan Moss

O produtor nova-iorquino Gilligan Moss faz música eletrónica que muitos vão achar complicada. Foge das câmaras como o diabo da cruz mas encontramos nos dois vídeos que tem na rede a linha estética que ilustra, com graça, a criatividade do único EP publicado: Ceremonial. A não perder de vista, sobretudo se for numa pista de dança.

Jones

Posicionado algures entre a pop e a eletrónica, Indulge foi o EP que apresentou, em 2015, a cantora britânica Jones. Aos 25 anos faz-se rodear de uma nova geração de produtores que está a reformular o conceito R&B: Raffertie e XO são apenas dois deles.

Mas o talento ouve-se na voz e na composição, Jones é muito mais que os ilustres que giram à sua volta e com as quais é sistematicamente apresentada, por falta de assunto ou mistério propositado. O álbum de estreia New Skin sai na primavera.

Rationale

Fuel To The Fire pode não ser exatamente como o nome indica, mas ainda que não seja explosivo é uma demonstração interessante. O produtor londrino Rationale tem uma voz e um jeito peculiar e segue a nova síntese que mistura o R&B e a eletrónica, um caminho cada vez mais popular e onde acontece muita coisa interessante. Ainda que não queime, é uma viagem que começa bem.

Slow J

O rapper e produtor de Setúbal apresentou-se pela primeira vez, em 2015, com The Free Food Tape, um EP muito bem recebido pela crítica. E percebe-se porquê: está bem escrito, cantado e produzido, três atributos reunidos no mesmo artista. Com 23 anos, João Batista Coelho deu o primeiro passo no hip hop, largo e nada lento. A partir daqui é para acelerar.

Mansionair

Este trio australiano formado em janeiro de 2014 foi a segunda banda a assinar pela Goodbye Records, a editora dos CHVRCHES. E andaram com eles em digressão pelos Estados Unidos e Reino Unido, nos últimos meses de 2015. O suporte justifica-se: composições eletropop sem falhas e a magnífica voz aguda de Jack Froggatt, que nunca treme. Já publicaram dois EP que incluem algumas remisturas, mas é muito provável que o melhor ainda esteja para vir.

Francis Dale

Diogo Ribeiro é professor de musica e o rosto por detrás do cantor e compositor Francis Dale, que já tivemos o prazer ter connosco ao vivo. Lançou o EP de estreia em 2013, deu nas vistas na edição de 2014 do Vodafone Mexefest e no ano passado publicou o segundo EP, homónimo, pela NOS Discos. O músico e compositor transporta a formação clássica para a nova música soul, onde começa a trilhar caminho. Canta em inglês mas é uma das grandes promessas da nova música portuguesa. Ou de outro lado qualquer.

Lemon.

Victoria Sheahan é canadiana, tem 22 anos e canta e compõe toda a música que partilha no SoundCloud – onde todas as faixas podem ser descarregadas gratuitamente. Este novo single saiu há poucos dias e foi co-produzido pelo conterrâneo Tay Lewis. Canções feitas num quarto em Toronto, com uma atitude que espelha bem a forma como a música é criada e distribuída nos dias que correm. O salto maior deverá dar-se rapidamente.

Pixx

Hannah Rodgers tem 19 anos, vive na Inglaterra rural e estudou na escola de artes e tecnologia The BRIT School. Começou por usar o nomep-i-x e logo ao primeiro EP assinou pela 4AD. A máquina da indústria pegou nela cedo e percebe-se porquê: Pixx mistura no mesmo saco as influências de Bob Dylan, Joni Mitchell e Aphex Twin. E tem uma voz extraordinária.

OUTRAS NOTÍCIAS