Carlos Lima
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Política
Carlos Lima | Publicado em 08/12/2017 às 17:32:48

Temer confirma que Carlos Marun será o substituto de Antonio Imbassahy

Temer confirma que Carlos Marun será o substituto de Antonio Imbassahy Carlos Marun será o novo ministro da Secretaria de Governo

O presidente Michel Temer confirmou a integrantes da bancada do PMDB que o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) será o novo ministro da Secretaria de Governo.

Ele substituirá Antonio Imbassahy (PSDB-BA), que pediu demissão nesta sexta-feira (8).

A expectativa é que a posse de Marun aconteça na próxima quinta (14).

À frente da Secretaria de Governo, Carlos Marun será responsável pela articulação política do governo. Caberá a ele a interlocução entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

O nome de Marun para o ministério já era cotado desde novembro e chegou a ser anunciado nas redes sociais do Palácio do Planalto.

A mensagem, contudo, foi logo apagada. Isso porque houve reação de Imbassahy, que ganhou uma pequena sobrevida no cargo.

A Secretaria de Governo

Como ministro, Marun terá como principal desafio neste ano a busca por votos a favor da reforma da Previdência Social.

A expectativa é que ele melhore o ambiente na bancada do PMDB e no “Centrão” a favor da reforma.

Há uma avaliação no Palácio do Planalto de que Imbassahy já estava inviabilizado na função por não ter interlocução com o “Centrão” e porque só conversava com uma parcela do PSDB.

Durante a análise da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, inclusive, Imbassahy foi esvaziado pelo “Centrão”, o que levou o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a assumir a articulação política.

Perfil

Integrante da “tropa de choque” que atuou na Câmara para barrar as denúncias da Procuradoria Geral da República contra Temer, Carlos Marun está no primeiro mandato como deputado federal e é o atual vice-líder do PMDB na Casa.

Marun também foi o presidente da comissão especial que analisou a reforma da Previdência.

O futuro ministro também integrou, entre 2015 e 2016, a “tropa de choque” que defendia o hoje deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Conselho de Ética da Câmara.

Gerson Camarotti

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