Lagarta acaba com algodão no oeste baiano

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Alertado pela Secretaria da Agricultura da Bahia desde o ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconheceu, nesta segunda-feira (4), os estragos causados pela praga da helicoverpa armigera no celeiro do oeste baiano. Por meio da edição de ontem do Diário Oficial da União, o órgão federal declarou “estado de emergência fitossanitária”.

Tida como agressiva e de ataque voraz, a helicoverpa causou prejuízos de mais de R$ 2,2 bilhões na última safra de algodão, milho e soja. Anualmente, a safra dos grãos gera em média R$ 7 bilhões. Por meio da assessoria, o secretário da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, afirmou que, com a declaração do estado de emergência, espera que, “finalmente, o Ministério da Agricultura libere o registro da substância de controle da praga (Benzoato de Emamectina)”.

O Ministério Público Federal chegou a acionar o gestor da Seagri para impedir o uso do benzoato de emamectina, ameaçando-o de prisão e apreendendo 44 toneladas do produto.

Reforçando o pleito de Salles, a presidente Dilma Rousseff baixou, em 28 de outubro, o decreto 8.133, autorizando a liberação da substância pelo Ministério da Agricultura, bem como sua importação.

Fonte: Redação

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