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“Não é Maçon quem deseja ser, mas quem pode ser”

Essa entrega ocorre por indicação. O Maçon é obrigado por seu caráter a obedecer à lei moral e, se assimilar corretamente os seus princípios não será jamais um estúpido, nem um libertino.

Na Maçonaria Mista da Bahia, o Maçon pode professar a religião de sua Fé, deixando cada um livre em suas opiniões individuais, desde que sejam homens livres, honestos e justos, de honra e honradez.

A Grande Maçonaria Mista só admite em seus quadros quem é livre e de bons costumes. Quem dispõe de condições de arcar com as despesas financeiras da família e da Ordem.

Possui formação necessária para compreender, interpretar, relatar e trabalhar a Beleza dos ensinamentos Maçônicos.

O candidato indicado, em linguagem Maçônica é denominado de profano, ele assina preenche uma proposta e o proponente passa a ser o seu padrinho.

Nessa proposta o profano é obrigado a declarar seu rendimento mensal, nome, profissão, estado civil, grau de instrução, residência, data de nascimento, nome do pai, da mãe, atestados de bons antecedentes e outros.

Recebida a proposta, o Venerável da Loja, de forma sigilosa, encaminha para o setor de inteligência da Grande Maçonaria Mista da Bahia, para que se faça uma sindicância em torno da vida do profano.

Essas sindicâncias são realizadas sigilosamente por três Maçons, e sem que um saiba quais foram os outros indicados. Cada um recebe orientações em um documento que não deve ser divulgado sob nenhum pretexto.

A Grande Maçonaria Mista da Bahia exige que essa sindicância seja feita com o maior rigor possível, devendo ser investigados os antecedentes do candidato, os seus hábitos; se tem vícios; o conceito que disfruta na sociedade, no bairro em que mora, no trabalho e em suas atividades profissionais e pessoais.

Essa é uma exigência que reduz a possibilidade do ingresso na Maçonaria de pessoas que podem ser destituídas de condições imprescindíveis.

Dessa forma podemos afirmar que não é Maçon quem quer e sim quem pode ser. Ou seja, será Maçon aquele que dispõe de um conjunto de qualidades morais e de caráter que consolidam o seu ingresso na irmandade.

Notaram a diferença?

Entre as várias religiões não existe nenhum obstáculo, nenhuma é pessoa é rejeitada, qualquer indivíduo pode entrar, sejam quais forem seus predicados ou antecedentes, as suas condições morais ou o conceito que ele tenha no seu habitat.

Na Maçonaria não, existe uma seleção que deve ser rigorosa. Na Grande Maçonaria Mista da Bahia não existe preocupação de proselitismo e catequização.

Aqui não vinga a máxima de que quanto maior for a quantidade, melhor. Nosso objetivo não é dizer: contamos com centenas de membros. Queremos dizer apenas que: Nosso quadro é pequeno mas, constituído de homens e mulheres livres e de bons costumes.

Contudo, não podemos negar que a Grande Maçonaria Mista da Bahia tem real interesse em aumentar seus quadros, para trabalhar em prol da Humanidade, visando transformar esse mundo em um mundo melhor, pelo sentimento de Fraternidade.

A Fraternidade entre os homens, sem distinção, de raça, crença, ou classe social é o ideal Supremo da Maçonaria. É preciso crescer, mas sem que a quantidade traga prejuízo para a qualidade.

Não existe qualquer sombra de dúvida, de que só conseguiremos atingir nossas finalidades com bons valores morais, com irmãos capazes de fazer a Grande Maçonaria Mista da Bahia cumprir a sua elevada e nobre missão de esclarecer, de investigar a Verdade, de praticar o Bem, amparando os desprotegidos e desenvolvendo um exemplo convincente.

A Grande Maçonaria Mista da Bahia espera dos profanos, agora neófitos, o entendimento de suas propostas, dos seus princípios filosóficos, dos estudos e da assiduidade aos trabalhos na Pedra Bruta.

Observação:
A frase “Não é Maçon quem deseja ser, mas quem pode ser”, é de autor desconhecido.

 

Fonte: Carlos Lima

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