Castigo sem crime: pastor indicado para ministro por Bolsonaro prega violência contra a criança / Por Sérgio Jones

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Uso de castigo físico é reprovado por especialistas

O Estado brasileiro é laico, mas com a chegada ao poder da aberração humana chamada Bolsonaro, que conta com apoio doentio de um grupo de milicianos acéfalos, esse aparente equilíbrio foi quebrado e deixou de existir, o que tem gerado resultados considerados altamente catastróficos, para toda a sociedade.

Como se não fosse suficiente a presença de vários militares oportunistas fazendo uma boquinha no governo, resolveu aumentar a pestiação com as presenças indesejáveis e contraproducentes de religiosos fanáticos e visivelmente desequilibrados.

Estamos a nos referir a indicação do novo ministro da educação anunciado pela figura patética do presidente Jair Bolsonaro. O pastor presbiteriano Milton Ribeiro, mesmo antes de assumir a pasta de educação, em um vídeo, o arrebanhador de bestas defende, com visível capacidade sádica de um inquisidor medievo, a utilização da dor e do castigo como forma a ser usada para educar crianças. A

continuar nesse ritmo, em breve estará ele, propugnando instalar câmara de tortura nas escolas.

E quando os brasileiros e o mundo pensam já ter presenciado todo tipo de loucura perpetrada por esse desgoverno. Este se supera ao deixar transparecer que a montagem e capacidade de gerar seres desequilibrados em série, é praticamente interminável. Sai um alienado mental e logo outro ocupa o seu lugar.

Como alegam especialistas da área de educação os conceitos e valores devem ser totalmente repensados, como também as nossas atitudes no nosso cotidiano.

“ É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática”, Paulo Freire.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com),

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