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Elite verde e amarelo continua praticando pilhagem financeira contra a nação e o povo brasileiro/ Por Sérgio Jones*

Reprodução

O que torna o Brasil um país amoral e tão desigual? Atribuo tal comportamento abjeto, ao elevado grau de tolerância existente por parte das autoridades constituídas, o que facilita para que os abusos sucessivos, cometidos impunemente pelas elites tupiniquins, continuem existindo.

O que acaba passando a falsa sensação de que essa prática utilizada, por um reduzido número de seres abjetos, faça com que eles se sintam ungido por um direito que os coloca acima do bem e do mal.

Conforme observação feita pelo economista Eduardo Moreira o escândalo dos Pandora Papers – lista de empresários, políticos e celebridades que têm fortunas em offshores, paraísos fiscais, entre os sonegadores, no Brasil atinge o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e empresários diversos.

Ele destaca para o fato que nem todo dinheiro que está aplicado fora do país, seja ilegal, embora considere a ação imoral. Para ele só existe duas possibilidades para se ter dinheiro aplicado em paraísos fiscais: “ não pagar impostos e esconder o dinheiro”.

Se utilizando de aforisma comparou a situação a “várias camadas, como se fosse uma cebola”, para esconder as fortunas nessas regiões, como as Ilhas Virgens Britânicas, entre muitos outros paraísos fiscais existentes.

O que fica explícito, garante ele, é que nenhum dos dois estão pagando impostos para o país deles, de origem. Além do fato de estar gerando dinheiro e emprego em outros países.

O mais estarrecedor em todo esse assalto financeiro provocando por suas excelências é que as consequências desses episódios resultaram no derretimento da Bolsa e no aumento do o dólar, observa Moreira.

O economista aponta também para o fato de que em um único dia a conta do Guedes rendeu, de forma especulativa, nada menos que o ganho de 1 milhão de reais. Enquanto o Brasil vivencia um momento de tragédia econômica e/social sem precedentes, ao longo de sua trágica história.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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