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Mourão critica crianças que estudam filosofia e não “matérias Mais importantes”

Barroso prorroga em 15 dias inquérito dos Portos contra Temer

MOURÃO, ATÉ DE MADEIRA É PODRE

Em palestra realizada na manhã desta terça-feira (18/9), o candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), General Mourão (PRTB), questionou o fato de as crianças brasileiras estarem “estudando filosofia em vez de se dedicar a outras matérias mais importantes”.

O general da reserva participou de um evento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado (Facesp).

“Hoje, o nosso ensino fundamental, infantil, básico, ele parou no tempo. Tem uma base curricular complicada, onde eu vejo criança de 10, 11 anos de idade estudando filosofia em vez de estar se dedicando a outras matérias que seriam mais importantes”, disse o GENERAL DA RESERVA MOURÃO, vice de Bolsonaro. (…)

Barroso prorroga em 15 dias inquérito dos Portos contra Temer

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso autorizou nesta 3ª feira (18.set.2018) nova prorrogação do inquérito que investiga suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A na edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017).

O texto foi assinado em maio de 2017 pelo presidente Michel Temer (MDB).

Com a decisão, a Polícia Federal terá o prazo de 15 dias para encerrar as investigações e apresentar um relatório conclusivo.

Além de Temer, são investigados o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (MDB-MG) e os donos da Rodrimar, empresários Antônio Celso Grecco e Ricardo Mesquita. A prorrogação foi pedida pela PF, que alegou haver diligências a serem concluídas pela investigação.

O inquérito ainda não teve denúncia apresentada. Nele é investigado favorecimento da empresa Rodrimar S/A, concessionária do Porto de Santos, por meio do decreto assinado por Temer em maio de 2017.

O presidente nega todas as suspeitas. No início deste ano, ao responder por escrito a questionamentos dos delegados responsáveis pelo caso, a defesa do presidente declarou que ele nunca foi procurado por empresários do setor portuário para tratar da edição do decreto.

HBC

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