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O que Zé Chico não entendeu? O martelo já foi batido e não tem volta/ Por Sérgio Jones

Zé Chico e Zé Ronaldo

É risível a postura utilizada por algumas pessoas que postulam cargos públicos, principalmente na província de Feira de Santana.

Em especial o eterno candidato a alguma coisa, Zé Chico, que este ano se coloca como pré-candidato a deputado Federal (DEM).

Alguns segmentos da população estão a considerar que a condição servil do mesmo com relação ao ex-prefeito José Ronaldo, não tem parâmetros na história da política local.

Ao lado de José Ronaldo, ele voltou a defender, perante a imprensa feirense, o nome de José Ronaldo na chapa liderada por ACM Neto (DEM).

O grande questionamento é o que ele ainda não entendeu, o martelo já foi batido. ACM Neto já deixou claro que o ex-tudo não tem espaço nem para o senado e menos ainda para compor um lugar na chapa dele, na condição de vice-governador.

O que se questiona, nos escaninhos da política feirense é que o elevado grau de servilismo demonstrado por Zé Chico se torna constrangedor.

O que talvez explique essa aparente miopia política seja interesses nem sempre confessáveis que talvez o motive a fazer certas declarações: “José Ronaldo é hoje a maior liderança do interior e está no maior colégio eleitoral, que é Feira de Santana”.

E prossegue: “quatro vezes prefeito, deputado federal e estadual, vereador, além de candidato a governador pelo grupo em 2018, quando ninguém queria. José Ronaldo conhece o interior”, entre outros questionamentos pouco ou nada consistente com a realidade dos fatos.

O que Zé Chico por esquecimento ou por falta de comprometimento com a verdade deixou de fora foi o fato de que a derrota, de seu ídolo político com pés de barro, para o governo do Estado entrou para o currículo dele, como a derrota mais acachapante já registrada no calendário da política baiana. O resultado foi pífio e humilhante.

O que não teria acontecido se realmente Ronaldo fosse considerado, como diz o outro Zé, a maior liderança do interior do Estado.

A não ser que o pré-candidato a deputado Federal tenha como entendimento geográfico que a província de Feira possa ser considerada como somatório de todo interior baiano.

O que fica patente que até mesmo para se exercer a arte de puxa saco, requer algum grau de competência.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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