Preguiça de pensar: os feriados antecipados não transferiram datas/por Carlos Lima

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Não consigo entender como determinadas pessoas não gostam de pensar, e outras quando o fazem procuram sempre o lado negro da própria existência.

Um dos poucos exemplos, mais expressivos, vem das reações sobre os feriados antecipados.

A reação pode se dizer foi estúpida, depreciativa, ilógica e profundamente nociva às intenções de tentar amenizar uma crise que vai atingir a todos.

A informação foi clara e concisa. “Antecipar o Feriado”.

Não existe em nenhuma linha do decreto, “Transferir a Data”, ou “comemorar antecipadamente”.

O São João e as demais datas continuam as mesmas. Apenas o feriado para o trabalho, foi antecipado.

O proposito é de que, quando as datas chegarem os dias será normal para o comércio e para a labuta diária.

Fato que não impede de vivenciarmos a data com nossas famílias.

 Diria até, quem é de fogueira, fogueira faça. Quem é de licor e comidas típicas, faça uso. Quem gosta de quadrilha junina se programe. Apenas o dia não será feriado.

São sacrifícios simples, mas importantes para nos recuperarmos e ajudar na volta da normalidade econômica.

Os absurdos postados nas redes sociais nós dá o índice da pobreza na formação cultural de grande parte do nosso povo.

E não é só isso, na noite da data, dia de São João, nesse mês de maio, trinta dias antes da realidade, observei comemorações efetiva do São João, de minha residência ouvi o pipocar de fogos de artifícios, algumas fogueiras e som de festa junina.

Estava-se comemorando o São João que não fora antecipado.

É fácil entender porque Bolsonaro conseguiu se eleger.

É fácil entender porque existem bolsonaristas.

É fácil entender porque continuamos a ser manipulados pelos interesses norte-americanos.

É fácil entender porque uma reunião ministerial sabuja e pornográfica como a realizada e divulgada recentemente ainda encontra defensores.

É fácil entender quando o presidente Bolsonaro perguntado sobre o aumento de mortes pelo Covid-19 no País, respondeu: Não sou coveiro. E daí.

Carlos Lima

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