Sudeste lidera ranking de falsificação de notas; cédula de R$ 100 é a mais falsificada

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No ranking do Banco Central de falsificação de notas, a região Sudeste ocupa o primeiro lugar. O levantamento revela que São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os Estados com maior quantidade de cédulas retidas. Em todo o País, foram recolhidas 285.058 notas por adulteração de janeiro até o fim de agosto deste ano.

 

Em São Paulo, o número de notas recolhidas por adulteração chegou a 90.331, apenas as cédulas de R$ 100 antigas e da segunda família somam 59.906 notas recolhidas. No Rio de Janeiro, a nota de R$ 50 antiga é a mais falsificada (14.911), mas na somatória entre a primeira e a segunda família, a cédula de R$ 100 foi a mais recolhida, com total de 22.427 notas. Ao todo, houve 51.575 recolhimentos no Estado.

 

Minas Gerais teve 21.435 notas recolhidas por adulteração neste ano. Assim como no Rio de Janeiro, em Minas a nota de R$ 50 antiga foi a mais falsificada (6.473). Mas na soma (primeira e segunda famílias), a de R$ 100 foi a mais adulterada, com 7.970 falsificações.

 

O Espírito Santo completa a região, mas está em 14º lugar no ranking do BC, com 2.939 notas falsificadas. Naquele Estado, apenas uma nota de R$ 10 de plástico foi recolhida. Na parte baixa do ranking estão cinco dos sete Estados da região Norte: Roraima (com 42 falsificações), Acre (139), Amapá (284), Rondônia (701) e Amazonas (1.069).

 

A mais falsificada

 

A nota de R$ 100 é a mais falsificada, segundo o levantamento do BC, com 81.215 recolhimentos da segunda família e 63.023 da antiga. Em seguida está a de R$ 50 com 65.169 da cédula antiga e 13.105 da segunda família.

 

Fonte: Redação/ R7

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