Cantor gospel que se apresentaria na Expofeira reclama dos trâmites da contratação

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A postura adotada por gestores municipais no que se refere à contratação de atrações gospel para a Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira) foi questionada pelo cantor evangélico Claudionor Basílio, no programa Jornal da Povo desta segunda-feira (2). Ele relatou que seria uma das atrações do Dia Gospel, mas que várias situações protagonizadas pelo secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Joilton Batista e pelo diretor de Eventos, Naron Vasconcelos, inviabilizaram sua participação na festa.

 

Segundo Claudionor, o prefeito José Ronaldo o atendeu algumas vezes e no dia 8 de julho despachou sua proposta de apresentação na Expofeira, com o pagamento do cachê previsto no valor de R$ 10 mil. O primeiro contratempo enfrentado, conforme o músico, foi saber que participaria de um sorteio com cerca de 50 grupos para definir quem ganharia a oportunidade de subir ao palco. No dia do sorteio, porém, poucos interessados compareceram e Claudionor ficou entre os que foram sorteados.

 

Ainda de acordo com o cantor, infelicidade maior foi saber do valor do cachê – R$ 3 mil. “Fomos convocados para assinar o contrato de representação artística que nem sequer revelava o valor do pagamento do cachê. Quando questionei sobre isso, fui informado de que seria no valor de apenas R$ 3 mil, cheguei a conclusão de que teríamos prejuízos, pois a banda tem 13 integrantes, que ganham um cachê de R$ 200 cada”, revelou.

 

Indignado com a situação, o músico afirmou que vai entrar com uma ação na Justiça contra a Prefeitura por danos morais e direito de uso de imagem. “Se não chegamos a assinar contrato, a Prefeitura não tinha direito de veicular a nossa imagem. Eles divulgaram que participaríamos da Expofeira, mas fica completamente inviável, porque só de cachê gastamos R$ 2.600. Além disso, pagaríamos pelo transporte da banda R$ 400 e fomos informados que teríamos de pagar 16% de imposto, o equivalente a R$ 495” reclamou.

 

Claudionor Basílio revelou, ainda, que por inúmeras vezes procurou o secretário Joilton Batista e o diretor Naron Vasconcelos, sendo atendido em algumas ocasiões. “Eles repassaram pra mim o que disse o prefeito: se ele quiser tocar, que toque. Em uma ocasião, Naron me sugeriu reduzir a quantidade de integrantes na banda e eu perguntei se quando contratava Pablo ele fazia o mesmo tipo de proposta. É humilhante o artista de Feira ser valorizado nesta terra”, desabafou.

 

Fonte: Redação

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