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Tinha que ser ele/por Edilson Veloso

Só podia ser ele

Eu tenho amigos que fazem parte da Comunidade LGBTQIA. Não tenho problema algum em relação à isso, haja vista que essa relação é de muito respeito.

Eu fico a pensar como um “vereador” que diz defender a família, tem a coragem de desfazer, discriminar e achincalhar pessoas que mal algum lhe fizeram.

Aliás, é bom que se diga que a família que o mesmo diz representar talvez não lhe dê essa permissão, até porque seria um erro afirmar que cem por cento dos evangélicos são a favor do discurso de ódio e desrespeito, ainda que não concordem.

Todos tem direito a opinar, mas a ninguém é dado o arbítrio de ofender.

O vereador mais uma vez usa de vocábulos chulos num claro sinal de ofensa não apenas ao movimento LGBTQIA, assim como a própria casa parlamentar e aos que ali desenvolvem suas funções.

Não concorda, tudo bem; mas não precisa pregar intolerância. Falta de vergonha é não ter educação, é querer respeito quando não se faz respeitar, é reclamar em plenário porque filho, irmão e esposa foram demitidos do serviço público.

Outra coisa que chama a atenção é o fato de apenas o vereador Jhonatas Monteiro levantar a voz não apenas em defesa de quem foi ofendido, mas também para bradar por respeito às pessoas em questão.

EDVALDO LIMA, você envergonha Feira de Santana. Queria saber qual é o seu Deus, que com certeza não é mesmo de quem tem amor no coração.

Mas vindo de um analfabeto em todos os sentidos, não dá pra esperar outra coisa.

Edilson Veloso

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