Me chamo Messias não faço milagres, promovo tragédias/ Sérgio Jones

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Ao afirmar que se chama Messias, mas não faz milagres, provavelmente essa foi a única verdade proferida pelo arremedo de presidente, ao longo de toda a sua miserável existência.

O que ele e seus milicianos conseguiram, até o presente momento, foram implantar mecanismos que introduziram na sociedade a miséria em massa, ao mesmo tempo em que promoveram privilégios e riqueza, para poucos.

Em momento algum o negacionista Jair Messias Bolsonaro foi eleito objetivando redimir a sociedade estabelecendo uma nova ordem social de paz, de justiça e de liberdade.

O que conseguiu, com muita competência e maestria, foi promover através de seu programa de desgoverno a coletivização da miséria nunca antes registradas nos anais da história do Brasil.

Com a ascensão da Besta ao poder, o Brasil mergulhou de cabeça em terreno pantanoso, conduzindo a nação e seu povo a mais completa estagnação social.

Em vez de purgar o mal que aflige a nação por séculos, através de um modelo e a imposição de uma sociedade injusta. Optou por ampliar a mazelas existentes que se aproxima, cada vez mais, da miséria humana com a ampliação do mapa da fome.

As mentiras e inverdades fluem da boca de um líder de nação que tem demonstrado ser incapaz de proferir verdades, com uma exceção única como já foi citado nesse artigo, ao afirmar que se chama Messias, mas não faz milagres.

Em discurso proferido na ONU, por meio de vídeo gravado devido a existência da pandemia Covid-19. O presidente negacionista afirmou que fez sucessivos alertas como por exemplo que tinha problemas para resolver com relação ao vírus e o desemprego.

Culpou a imprensa por ter disseminado o pânico entre a população; disse que seu governo concedeu parcelas de aproximadamente 1000 dólares, como forma de auxílio para 65 milhões de brasileiros; assistiu mais de 200 mil famílias indígenas com o fornecimento de produtos alimentícios; trabalhou no combate precoce da pandemia…

Uma cachoeira de outras inverdades se transformaram em verdades, como se verdadeiras fossem. Enquanto a boiada passa a propagação do fogo colocado de forma criminosa acontecem, se não todos, parte dele provocado pelos produtores rurais, grileiro e comerciantes, tendo como objetivo derrubar a floresta e ampliar suas pastagens.

Entretanto. Os protagonistas de tais práticas são, atribuídas pelo presidente, aos índios e caboclos durante a queima de seus roçados.

Muitos outros impropérios foram ditos, sendo um dos mais emblemáticos o termo Cristofobia, situado fora de contexto. Os Cristãos do Brasil são respeitados em suas crenças, o que não acontecem aos adeptos de religiões e seitas de matrizes africanas.

Estes segmentos religiosos diuturnamente têm sofrido destruições de seus templos e símbolos religiosos, todas ações criminosas provocadas por fanáticos e fundamentalistas evangélicos.

Sérgio Jones, jornalista (sergiojones@live.com)

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