Uma história verídica e picante

Era um final de tarde. Welenni, Amil e Richa estavam fazendo o lanche da tarde e relacionando à vida de cada um deles.Não é preciso negar ou fazer qualquer comentário que não seja a confirmação de que Welenni era o centro das atrações.
Uma mulher e dois homens conversando descontraidamente, onde o pensamento deles era um só, conquistar. Welenni sapeca, sabia das intenções dos seus amigos e não se fazia de rogada: provocava e sorria.
Conversa vem, conversa vai, todos passaram a contar seus encontros e desencontros. Em dado momento, Richa passou a contar que em certa ocasião passou o maior vexame de sua vida. Ele afirmou que conquistou uma loira belíssima, do tipo que não se pode desistir facilmente, era um verdadeiro monumento. Depois de alguns minutos afagando o ego da loira, já estava em ponto de bala para os finalmente e a convidou para um lugar mais aconchegante. Um motel.
A alegria foi muito grande, a loira aceitou, o coração estava acelerado e quase não se continha. Seguiram para o motel, quando chegaram o Richa contava que não se controlava, queria afogar o ganso, foram logo para os abraços, apertos e beijos.
A garota disse: Calma meu bem, temos todo o tempo do mundo. Espera um pouco, vou tomar uma ducha, estou suada.
Richa diz ter concordado a contragosto. Estava no cio e só enxergava a loura, queria fazer amor quase que imediatamente. A ferramenta estava com uma firmeza nunca antes verificada.
A loura tomou banho, veio apenas de calcinha para a cama redonda e toda espelhada. Richa quase teve um enfarto, era demais para a sua visão. A loura deitou, ele abraçou e, de repente, não mais do que de repente, brochou. O seu orgulho estava cabisbaixo.
Nunca tinha acontecido com ele tal situação. Olhou para a loira, olhou para o que antes era o seu maior orgulho, nunca o tinha deixado na mão, se sentia humilhado. Ficou desesperado.
Todos nós sabemos que uma coisa ruim termina ocasionando outra. E aconteceu. Para maior desespero e humilhação, a loirona disse: “Não se preocupe benzinho, isso acontece”.
Olhou pra gente quase chorando e disse: “Welenni, Amil, foi como se o chão tivesse sumido sob os meus pés. Eu devo ter ficado de todas as cores. Não consegui esboçar nenhuma reação”.
Ele continuou dizendo: “Aquele monumento de mulher, me abraçou, me beijou, alisou, beijou o meu bilau e nada. Nada mesmo, o infeliz parecia que tinha morrido que tinha sido atropelado por duzentas carretas, eu estava aniquilado”.
Foi quando Welenni interrompeu a narrativa de Richa e perguntou: “Quer dizer que você brochou mesmo?”
Richa diz: “Não goze com a minha cara, a coisa foi séria”. No dia seguinte, um amigo indicou-me um médico. Fui para Salvador, o consultório discreto, entrávamos por uma porta e saia por outra”.
Amil perguntou: “Por que o médico? Essa situação todo homem um dia passa, depois volta tudo ao normal”.
Richa: “Que nada. E se não passa. Pensei que estava ficando impotente. Mas ao chegar ao consultório o médico foi legal, fez uma bateria de exames e fiquei de voltar dois dias depois “.
Richa continuou a narrativa. Sabe que não tive nem coragem de tentar outra vez? Fiquei com medo de brochar de novo. No dia combinado voltei ao médico, ele disse que estava tudo normal, mas ia fazer um teste.
O médico pegou uma agulha bem fininha colocou em uma seringa mais fina ainda e aplicou uma injeção no pé, no tronco, do bilau, senti uma pequena fisgada, não doeu.
Como eu tinha que fazer algumas coisas na cidade, ele disse: “Pode ir, tenha cuidado que você vai ter uma ereção, não deve demorar muito, mas espere fazer efeito antes de sair, para acomodar melhor o bilau, como você diz”.
Agradeci, esperei menos de cinco minutos, fez o efeito, fiquei alegre, acomodei o bilau numa posição cômoda e discreta e fui cumprir alguns outros compromissos agendados.
Foi outro vexame ao entrar no primeiro estabelecimento, senti o bilau cada vez mais duro e já estava incomodando. Resultado: não conseguí me concentrar. Não demorou muito e o bilau começou a doer.
Fui ao sanitário, me tranquei e quando saquei o danado ele estava duro que nem pedra.
Welenni entra na conversa e diz: “Não era isso que você queria”?
Richa: “Era. Mas não daquele jeito, estava doendo demais, mesmo assim ainda fui ao segundo compromisso. Quando cheguei no comércio quase não suportava de tanta dor. Entrei no primeiro bar, fui ao banheiro, tomei um tremendo susto, o bilau estava roxo. Saí rápido peguei um táxi e voltei ao médico”.
Vocês não podem imaginar, o volume na frente da calça era imenso. Do comércio até o consultório do médico fui segurando o bilau. Quando cheguei ao prédio entrei no elevador com aquele volume. Foi um vexame, todo mundo olhava para a minha cara.
Com a dor que estava sentindo não dei à mínima, quando cheguei no andar do consultório, entrei na sala como uma bala e fui logo dizendo: diga ao doutor que é o senhor que esteve aqui a pouco tempo e que deseja falar com ele com urgência.
Vocês não sabem o que passei. O médico pediu para eu tirar a calça, deitei numa maca, ele veio com uma seringa que tinha uma agulha grossa, rombuda na ponta e uma vasilha. Pegou o bilau e enterrou aquela agulha. Que dor, quase que solto um palavrão. E com aquela agulha ele tira sangue do meu bilau, foi muito sangue. O bilau ficou flácido e parou de doer.
Depois ele me disse que eu estava normal, não precisava fazer uso daquele expediente para ter uma ereção. Precisava simplesmente confiar e me concentrar.
Ele me disse que, de vez em quanto, é chamado por equipes de filmagens pornôs para aplicar essa injeção em alguns atores. Disse que certa vez aconteceu a mesma coisa e quase que o ator perdia o pênis, eles tiveram dificuldades em localizá-lo. E esse é o único procedimento para o pênis voltar ao normal.
Welenni perguntou: “Então Richa, quer dizer que você, de vez em quando, dá uma brochada”?
Richa: “Que nada, faço como o nosso amigo jornalista. Uso a azulzinha, mas só a legítima”. Mas devo confessar, passei mais de um mês para readquirir a confiança no velho bilau. De vez em quando ele apresenta um pouco de cansaço. “Dou-lhe uns gritos, reforço a testosterona e vou trabalhar…”
Welenni ficou com “peninha” do Richa. Será que o safado conseguiu?

Fonte: Carlos Lima é administrador de empresas, escritor, poeta, radialista, jornalista e membro da Academia Feirense de Letras

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