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Dois PMs morrem com suspeita de febre maculosa nas últimas 48 horas

SGT Carlos Eduardo da Silva e CB Mario César Coutinho de Amaral, morrem com suspeita de febre maculosa

Entre sexta-feira e domingo, dois PMs morreram com suspeita de febre maculosa após participar de curso da corporação. Outros policiais que participaram do mesmo treinamento estão sendo monitorados

O Cabo Mario César Coutinho de Amaral morreu, neste domingo, com suspeita de febre maculosa, doença transmitida por picada de carrapato, após participar do Curso de Operações de Polícia de Choque (COPC) no Rio de Janeiro.

Na última sexta-feira, o sargento Carlos Eduardo da Silva também morreu com suspeita da doença.

Mario César estava na corporação há nove anos e no Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) há quatro, onde era instrutor.

Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte do agente e informou que “a causa da morte ainda está sendo apurada” e que “ainda não há informações sobre o sepultamento“.

O 1º sargento Carlos Eduardo da Silva, atuava como instrutor do COPC deste ano.

O 18º Batalhão da Polícia Militar (Jacarepaguá) prestou uma homenagem nas redes sociais ao cabo Mario César Coutinho do Amaral, que morreu com suspeita de febre maculosa durante um curso de especialização no Rio de Janeiro. Ele estava na corporação há nove anos.

“O Comando, Oficiais e Praças do 18° Batalhão de Polícia Militar, prestam as devidas condolências pelo falecimento do CB Mario César Coutinho do Amaral, que estava há 9 anos na Corporação, dentre eles, estando lotado no Batalhão de Polícia de Choque há 4 anos.

O policial era instrutor na Siesp, habilitado no curso COPC – Curso de Operações de Polícia de Choque, sendo o Castelo 82”, afirma a postagem.

Segundo relatos, a transmissão da doença aconteceu durante uma “etapa de mata” da instrução, mais longa durante o COPC.

Em nota neste sábado, a Secretaria de Polícia Militar informou da possibilidade de os PMs que participaram do curso terem sido infectados com febre maculosa.

A corporação afirmou que “exames complementares seriam realizados pelo hospital da Fundação Oswaldo Cruz (no corpo do PM) , onde o militar estava internado quando faleceu“.

Disse ainda que outros policiais que participavam do curso “estavam sendo acompanhados pelo ambulatório de febre” da fundação.

Após os casos, um boletim interno da PM de quinta-feira (21), ao qual o g1 teve acesso, traz o comunicado sobre a suspensão do 7º COPC/2021 “até segunda ordem“.

RPP

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