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CONSTANTINO E REINALDO APOIAM ISRAEL E TRAEM O BRASIL

O Menino Maluquinho de Veja, Rodrigo Constantino, concorda com o governo israelense na tese de que o Brasil é um “anão diplomático”.

A opinião foi emitida por meio da chancelaria israelense após nota do Itamaraty que declarou como “inaceitável” a escalada de violência entre Israel e Palestina e “desproporcional” a força do exército israelense.

“O ministério israelense está certo! O Brasil, sob o comando do PT, virou mesmo um ‘anão diplomático’. O Itamaraty virou um braço ideológico do partido, sempre do lado errado nas disputas internacionais. Os exemplos são infindáveis e preencheriam um livro todo (que, aliás, deveria ser escrito por algum diplomata corajoso)”, escreveu o colunista.

Constantino diz ainda que, quando se trata de questões externas, o governo brasileiro é tão “incompetente e ideológico” como nas questões internas.

“O estrago tem sido enorme. Ninguém sério nos leva mais a sério. O Brasil virou piada de salão, um país que emite opinião apenas para defender a escória internacional”, atacou.

Sobre o conflito que já deixou 700 mortos do lado palestino e cerca de 40 do lado de Israel, ele condena o termo “desproporcional” usado pelo governo brasileiro e diz que o Brasil não cita, em sua nota, os mísseis lançados pelos terroristas do Hamas.

“O tom é totalmente contra Israel, como se fosse um país invasor e colonizador, sem motivo algum para entrar em Gaza e perseguir os membros do Hamas”.

Reinaldo Azevedo, também do lado do governo de Benjamin Netanyahu, diz que, “de A a Z, a política externa brasileira percorreu todos os verbetes da indignidade”, mas que “o auge da estupidez” está na nota emitida nesta quarta-feira pelo Itamaraty, segundo ele, “um verdadeiro repto contra Israel”.

O colunista também chama o comunicado do governo brasileiro de “vergonha da história”.

“Os israelenses reagiram com dureza e fizeram muito bem. Um país que luta contra inimigos poderosos não tem tempo para palhaçadas”, defende Reinaldo Azevedo, sobre forças armadas que hoje atacaram pela segunda vez uma escola da ONU deixando 15 mortos, inclusive crianças e funcionários das Nações Unidas, além de um hospital nessa semana.

A resposta de Israel, de que o Brasil “escolheu ser parte do problema em vez de parte da solução”, para Azevedo, “é uma reação à altura da indignidade da nota emitida pelo Brasil”.

Na ofensiva em Gaza, Israel bombardeou um hospital, uma escola da ONU e será alvo de investigação das Nações Unidas em razão dos crimes de guerra cometidos por Benjamin Netanyahu.    

Fonte: Agência Brasil/Redação

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