Irmão detona Sara Winter: “devia estar no hospício ou na cadeia”

Sara Winter é do ministério de Damares

Nem os familiares da autodenominada ativista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter (ex-femen), ficaram preocupados com a busca e apreensão que a Polícia Federal fez ontem em sua residência, em Brasília.

Irmão da jovem, Diego Giromini fez postagens no Facebook debochando do fato. Sobre um texto em que ela reclama que a PF levou o celular e o notebook, Diego comenta: “Deveriam levar você também, irmã querida. Mas logo você vai”. Ao fim, ele acrescentou um emoji que pisca o olho.

Ao comentar o vídeo em que a ativista faz ameaças ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, dizendo que vai “infernizar” a vida do magistrado, o rapaz escreveu, ao lado de emojis que choram de rir: “Igual trovão! Só faz barulho”. Em relação a outro vídeo, em que Sara chora no ombro de um homem, Diego comentou: “Hora da ceninha”.

O rapaz, que trabalha como motorista, não faz questão de esconder a aversão que tem à irmã. Em dois vídeos no YouTube, Diego dá depoimentos sobre a moça.

Ele diz que Sara deveria estar no hospício ou na cadeia, afirma que ela foi prostituta, a acusa de abandonar o filho e alerta a ministra Damares Alves para o erro de tê-la na equipe, já que por um tempo trabalhou Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

Nos comentários das postagens de Diego no Facebook, os seguidores são bastante críticos a Sara Winter. “Cara de pau”, “megalomaníaca maluca” e “nazista” são algumas das expressões utilizadas para defini-la.

Medo de ser presa

Sara Winter esbravejou nas redes sociais após a ação da Polícia Federal. Organizadora do acampamento miliciano ‘300 do Brasil’, ela disse que ‘queria trocar socos’ com o ministro Alexandre de Moraes, insultando-o, e afirmando que iria perseguir ‘até suas empregadas domésticas’.

No entanto, depois que a poeira baixou, a jovem disse que não consegue mais dormir pois teme ser presa. “Muito provavelmente acordarei com a PF chutando a minha porta de novo”, lamentou. “O que vou dizer para o meu filho de 4 anos se a polícia me levar?”, questionou.

RPP

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